A polêmica da quebra de sigilo tecnológico

“Vivemos em um mundo tecnológico, no qual as testemunhas-máquinas registram o que fazemos e por onde passamos, aumentando consideravelmente o número de ações que ficam documentadas”, alerta a Dra. Patricia Peck Pinheiro, advogada especialista em Direito Digital. A afirmação vem em um mês repleto casos que despertaram dúvida sobre quando é necessário realizar quebra de sigilo tecnológico e quem tem poder para ordená-lo e para fazê-lo. Como na prisão do vice-presidente para o Brasil e América Latina do Facebook, Diego Dzodan. Em entrevista ao Jornal Nacional, a Dra. Patricia lembrou que “Uma ordem de um juiz tem o mesmo valor - seja para o sigilo telefônico, seja para o sigilo fiscal, seria para o sigilo tecnológico”. Assista AQUI a íntegra da reportagem.A advogada especialista em Direito Digital também foi convidada para repercutir a decisão no Jornal da Band, e destacou como é importante contribuir com as autoridades. “Quando é necessário fornecer dados para investigar um terrorista ou criminoso que está ameaçando de morte outra pessoa, você vai dizer que não concede porque isso coloca em risco a segurança pública? O que coloca em risco a segurança pública é não colaborar com a autoridade”. Veja AQUI a matéria completa.

